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Informação Sumária
Padroeiro: S. Cipriano.
Habitantes: 1.475 habitantes (I.N.E.2011) e 1.413 eleitores em 05-06-2011.
Feiras: Semanal, aos sábados.
Sectores laborais: Comércio, indústria, hotelaria, turismo e serviços.
Tradições festivas: Festas do concelho -S. Sebastião (1º domingo de Agosto), e S. Roque das Cortes ( 2º domingo de Agosto ).
Valores Patrimoniais e aspectos turísticos: Castelo de D. Dinis, Igreja da Misericórdia, Igreja Matriz, Capelas de N. S. da Ajuda, de S. Sebastião e de S. Roque, Solar dos Castros, Casas da Cadeia e da Praça, Nichos dos Passos da Paixão.
Gastronomia: Arroz de lampreia e debulho de sável.
Colectividades: Associação Desportiva e Cultural da Juventude de Cerveira, Clube de Caça e Pesca de Vila Nova de Cerveira, Clube Desportivo de Cerveira, Liga dos Amigos de Cerveira, Coral Polifónico de Vila Nova de Cerveira. Universidade Sénior de Vila Nova de Cerveira e CERVARIA - Associação Cultural e Recreativa.
ASPECTOS GEOGRÁFICOS
Vila Nova de Cerveira é uma das 15 freguesias do concelho de Vila Nova de Cerveira, com 3,32 km² de área e 1 264 habitantes (2001), faz confrontações a Norte com Lovelhe, a Sul com Loivo, a Nascente com Candemil e Reborada e a Poente com o Rio Minho.
Os lugares da Freguesia são: Cortes, Prado e Vila Nova de Cerveira.
RESENHA HISTÓRICA
Em 1188, D. Sancho I doou em préstimo a João Mendes e sua mulher a vila onde se situava Cerveira, de nome Vila Nova.
Segundo as Inquirições de 1258, o julgado de Cerveira compreendia as paróquias de Moreira, Vila Meã, Cornes, Sapardos, Seixas, Vilar de Mouros, Nogueira, Campo, Lanhelas, Mangoeiro (hoje, Gondarém), Lovelhe, Sopo, Reboreda, Mentrestido, Gondar e São Cipriano.
No Censual de D. Diogo de Sousa (1514-1532), no qual é feito o apuramento da contribuição, que os 140 benefícios, até 1444 pertencentes à Sé de Tui e nesse tempo incorporados na diocese de Braga, tinham de pagar à arquidiocese, a igreja de Vila Nova vem também mencionada. Tinha de rendimento 69 mil réis.
Em 1545, no Memorial do vigário da comarca de Valença, Rui Fagundes, o arcediagado de Cerveira rendia 110 mil réis por ano, sem contar com a metade da igreja de Lovelhe que lhe pertencia.
O Censual de D. Frei Baltasar Limpo, na cópia de 1580 utilizada pelo Padre Avelino J. da Costa no seu livro "A Comarca Eclesiástica de Valença do Minho", refere que o rei detinha o padroado de São Cipriano de Vila Nova de Cerveira.
O arcediagado de Cerveira, enquadrado na Terra de Vila Nova de Cerveira, da colação do arcebispo, tinha como anexa "in perpetuum'" a metade sem cura da igreja de Lovelhe.
De abadia do padroado real passou, depois, a ser da apresentação dos viscondes de Vila Nova de Cerveira, alcaides-mores da vila. O abade tinha de rendimento 150 mil réis, correspondentes a duas terças. A terça restante era aplicada às fortificações da praça, arrendando-a a câmara da vila em nome do rei.
Inventário do Património Arquitectónico
Em http://www.monumentos.pt
Informações detalhadas acerca de:
► Antiga Forca de Vila Nova de Cerveira
► Capela de São Roque
► Capela de São Sebastião
► Castelo de Vila Nova de Cerveira
► Cruzeiro de Cortes / Cruzeiro do Ecce Homo
► Fonte da Vila
► Hospital da Misericórdia de Vila Nova de Cerveira
► Igreja da Misericórdia de Vila Nova de Cerveira
► Igreja Matriz de Vila Nova de Cerveira / Igreja de São Cipriano
► Núcleo intramuros de Vila Nova de Cerveira / Zona do pelourinho e casas circundantes
► Passos de Via Sacra em Vila Nova de Cerveira
► Pelourinho de Vila Nova de Cerveira
► Solar dos Castros
Fonte consultada: Inventário Colectivo dos registros Paroquiais Vol. 2 Norte Arquivos Nacionais /Torre do Tombo e Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
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